domingo, 3 de fevereiro de 2013

Ano novo e blog "novo"...


Mais de um ano sem escrever aqui, vim, mexi e reli e estava decidindo que rumo este espaço iria tomar e enfim decidi, quero compartilhar minhas descobertas...

Estou muito feliz por entrar nesta nova fase do blog e da minha vida. Ao longo de 2012 me entreguei muito às coisas negativas que meu cérebro fabricou (e digo cérebro, pois temos que nos olhar como ser humano em todos os aspectos) e que eu estava deixando me levar, afetando também vários aspectos da minha vida. 

Mesmo passando por esses momentos de angústia, ansiedade, achando que não havia tanta alternativa para melhora, aprendi nestes momentos, o que é melhor de tudo: não desisto, enfrento meus medos e sei que ainda ajudarei muitas pessoas com a minha experiência. O que eu acredito e descobri: tudo tem uma raiz, sendo assim "cortando o mal pela raiz" tudo está resolvido. Falando assim parece uma coisa fácil e simples, não é, requer estudo, terapia, conversas, vivências e muita paciência. Já teve momentos em que eu não quis mais saber "disso", sim com certeza, mas um vez no caminho é necessário ir em frente, não dá para fazer de conta que tudo se resolveu de uma hora para outra.


O que eu descobri também, escrever me ajuda muito, então esse espaço é parte da terapia, do autoconhecimento, da troca principalmente, que é muito importante.

Desde 2008 tive oportunidade de começar a fazer terapia e dar os primeiros passos em direção ao autoconhecimento e me apaixonei pelo assunto. Acesso sites e leio livros a respeito de comportamento, psicologia, psicanálise, Freud, terapias alternativas e tudo o que tem a ver com essa busca em ser um ser humano melhor e mais equilibrado.

Se agora é a era do compartilhar, está aqui mais uma...




quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Constatação...

Sempre reclamei muito com meu marido e algumas pessoas que me cercam sobre VALORIZAÇÃO. Sempre tive essa necessidade, de receber feedbacks, positivos não vou negar, de ser reconhecida e achava que isso era valorizar-me e cobrava isso das pessoas direta ou indiretamente. Não conseguia lidar bem com os feedbacks negativos...Pensando um pouco melhor sobre isso, como é desgastante...querer fazer tudo, ser o mais perfeita possível, abraçar o mundo e querer cumprir tudo, cuidar de tudo...é desgastante e frustrante, pois simplesmente NÃO se consegue... não posso e também não quero ter o controle de tudo, pois é um fardo pesado demais.
Como constatei isso? Um dia dirigindo para algum lugar veio um insight: a valorização tem que partir de mim, de dentro para fora, se eu não me valorizar e sentir isso de verdade, isso nunca vai acontecer...e quando vem o insight vem o choro e a vontade de gritar: ahhhhhh como não pensei nisso antes, quanto tempo investido e gasto se a questão estava em mim o tempo todo, é de dentro para fora...

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Cof, cof, cof...

Nossa quanto tempo não escrevo, vamos tirar a poeira daqui...
Acredito que para escrever e dividir, precisa de um pouco de inspiração e transpiração...e tempo claro. Não abro mão de estar com meu filho, nos momentos que posso, isto é qualquer momento livre...
Hoje será a primeira noite que passo longe dele...quando o avião decolou deu um apertinho e vontade de chorar...Ao mesmo tempo acho importante esse momento para mim: escrever aqui, atualizar algumas fotos nas redes sociais, ler os blogs que sigo, assistir os programas que quero, tomar banho mais tranquila e principalmente o marido estar mais próximo ao filho, dando a oportunidade a ele de tomar decisões e sentir na pele esta emoção.
Bom estou com transpiração, mas nem tanta inspiração...
I'll be back...

domingo, 25 de setembro de 2011

O desafio de aceitar as pessoas e situações do jeito que elas são...

Estou num exercício muito profundo e difícil comigo:  aceitar as pessoas e coisas do jeito que elas são! E é um desafio mesmo, pois estava acostumada a dar minha opinião e achar que era o certo e que as pessoas tinham que segui-la, pobre de mim, é um desgaste muito grande...
A ficha só começou a cair quando nasceu meu filho, pois a gravidez inteira pensava: ele vai nascer de pelo menos 38 semanas, de parto normal, com ótimo peso, todo mundo virá nos ver, vamos embora para casa dois dias depois e fim, tudo lindo maravilhoso. O que aconteceu: nasceu de 35 semanas, pois tive pré-eclampsia, de cesárea, ficou uma semana na UTI Neo Natal e ninguém, com exceção do meu marido e eu, podia vê-lo. O pior momento: ter que sair do hospital com as mãos abanando, pois ele precisa ficar ainda...Muitíssimo frustrante, mas foi um divisor de águas, pois nesse momento parece que um mundo novo se abriu para mim, o que adiantava planejar e achar que controla algo incontrolável? Pura perda de tempo, então passei a prestar atenção nessas situações e descobri algo mais interessante ainda, essas situações de achar que se controla tudo, com logo em seguida a frustração, geravam a ansiedade em mim. Hummmm Bingo!! Achei e agora? E agora é que para me desacostumar de ser a "dona da verdade" está sendo um pouco difícil, pois ao agir no automático (por instrumentos) acaba ainda saindo essa, que se frustra no decorrer do caminho, portanto é um trabalho a se fazer. Já consegui em algumas situações pontuar corretamente: isso não depende de mim, o que aconteceu não era bem como esperava mas foi justo, as coisas que tiverem que acontecer simplesmente vai acontecer...essas pequenas aceitações deram uma sensação de liberdade tremenda!! Só de ter se tornado consciente já é metade do caminho andado, agora é prestar bastante atenção, para que o meu eu automático seja uma pessoa que simplesmente aceitas as pessoas e coisas do jeito que elas são, é tão mais fácil, é tão mais gostoso, é tão menos frustrante. Estou no caminho!!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Coisas que passam pela minha cabeça...


Um das coisas que mais se passaram pela minha cabeça esses dias foi como meu cérebro quer me sabotar em alguns momentos. Quando começo a "desatrofiar" a mente, volto a ler bastante sobre assuntos diversos, pensar diferente em algumas situações cotidianas, a criatividade querer voltar, escutar músicas que me eempolgam, parece que ele (cérebro) quer continuar "operando por instrumentos", quer ficar acomodado. Pior que a reação dele é provocar em mim medo, angústia, um certo pânico e aí fico me questionando de muita coisa: Será que tenho mesmo deficiência de serotonina para ter que tomar remédio? Será que o fundo é totalmente Freudiano/ emocional e a terapia vai dar jeito? Será que é o desgaste natural do stress, em que temos que "equilibrar todos os pratos" e não deixar nenhum cair, necessidade de dar conta de tudo? Ser bom em tudo, se destacar em tudo...Tudo isso junto e misturado?
Estou começando também a pensar um pouco mais em PNL, mudando a "programação" será que eu consigo mesmo pensar e agir diferente e não sentir mais nada? Ou partir para algo mais bruto como hipnose? Perguntas e mais perguntas...estou no caminho e isso é muito bom!!
Tenho que confessar que já tinha idéia dessa questão do cérebro querer sabotar, um amigo que conheço há mais de 10 anos sempre fala isso para mim, ele não desiste, ele sempre relembra...daí talvez pode começar a aparecer respostas. É fato: duas cabeças pensam melhor que uma COM CERTEZA. A questão olhada de fora, de outro ângulo, pode produzir solução ou pelo menos um pensamento diferente.
Só de todas essas questões tornaram-se conscientes, penso que já é 60% do caminho andado!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Post Pesado...


Nossa nas últimas semanas tenho me deparado muito com a morte, acontecendo perto e longe...e isso me fez pensar...e valorizar cada segundo da minha vida e de tudo que acontece ao redor, mesmo as coisas ruins devem ser valorizadas.
Já reclamei de muita coisa, estava no semestre passado numa vibe de reclamação, aí vinha o sono (da fuga), o desespero quando chegava domingo a noite, uma energia ruim, sei lá, e eu ainda sou ótima para captar energia ruim (#saco), mas enfim quando essas coisas acontecem é bem para mostrar que as pequenas e simples coisas são o que realmente importam, pois as vezes nos dedicamos tanto ao trabalho por exemplo, passando por cima de um monte de coisa para conseguir algo e no fim você pode ser dispensado em 5 minutos, e aí o que adiantou... o que importa mesmo são as marcas que deixamos nas pessoas. Fiquei pensando, será que seria ideal vivermos cada dia como se fosse o último? Também não dá para ficar pensando nisso: ah se eu morrer amanhã pelo menos aproveitei e condicionar tudo a isso e com essa desculpa,...mas falando em marcas isso sim, podemos escolher se vamos deixar marcas boas ou ruins...acho que foi o que fiquei pensando no momento que soube da morte de alguém, será que essa pessoa deixou algo marcante, como que essa pessoa viveu e conviveu e principalmente será que tudo isso não é para mostrar que de repente o ideal seria a gente fazer tudo isso em vida e saber o quanto de bom eu sou e que diferença eu faço na vida das pessoas que eu convivo?
Fiquei pensando: cruzamos a cidade para ir a um velório prestar nossas condolências, mas não fazemos o mesmo para visitar e passar um dia gostoso com alguém, nossa isso é muito injusto, não é certo, pois é mais adequado demonstrar o que podemos com a pessoa aqui, quando ela vai a única coisa que resta além do vazio é rezar e pensar positivo...
Outra coisa interessante de quando isso acontece é que "a vida continua" que cruel isso, pois houve uma super reviravolta dentro de você, sentimentos e emoções mudam bruscamente e a gente acha que o mundo também mudou, aí acordamos no dia seguinte, e tudo está funcionando como estava no dia anterior, o mercadinho, a padaria abrindo no horário, o motoboy entregando jornal/revista, os carros passando p/ lá e p/ cá, o trânsito, o lixeiro passando, aí você tem que ir trabalhar, bater o cartão no horário, enfim mas e o meu mundo e o meu sentimento como é que fica nessa confusão? Uau...
Moral da história o que fica p/ mim: viver aqui, agora, intensamente, viver e conviver, demonstrar o quanto as pessoas são importantes p/ você e falar dos seus sentimentos sem vergonha e sem barreiras, não acumular nada dentro de nós pois só fará mal a nós e mais ninguém.

domingo, 11 de setembro de 2011

Penso, logo escrevo!

Quando era mais nova, tinha diário onde escrevia tudo o que acontecia na minha vida, inclusive depois de um tempo inventei um código para cada letra, para aquelas histórias mais importantes que minha vó não podia ler (acho que muitas adolescentes já fizeram isso...). Percebi depois de longos anos que isso me fazia muito bem, pois era uma oportunidade de esvaziar um pouco o cérebro ou registrar algum momento importante, para que depois pudesse recordá-lo com laguns detalhes. Percebi também que sempre quando algo importante acontece, principalmente que mexe com minhas estruturas tenho muita vontade de registrar.
Essa é a razão de ser desse blog, um espaço para eu organizar meus pensamentos, dividir sentimentos, emoções, registrar e trocar! Conheço muitas pessoas que tem blogs sobre a maternidade, cuidados com os filhos, com a casa, dicas diversas que ajudam no dia a dia, colecionadores, entre outros e todos escrevem muito bem sobre o assunto, por isso decidi simplesmente escrever, trocar e dividir! Bora começar?!!